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Minha Alma... A Paz que eu não quero!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


A minha alma tá armada e apontada
Para cara do sossego!
Pois paz sem voz, paz sem voz
Não é paz, é medo!


As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
"Qual a paz que eu não quero conservar,
Prá tentar ser feliz?"

As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão

Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo!
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo, domingo!

Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido...
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir admitindo


Conflitos no Rio de Janeiro

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Como o lema deste Blog é a VIDA, eu não posso deixar de postar aqui as notícias "meus Deus" que tem nos assustados...



A onda de violência que desde domingo está a assolar o Rio de Janeiro já tirou a vida a 26 pessoas, entre militares e civis.
Os traficantes de droga que habitam as favelas do Rio de Janeiro, e que sempre se dividiram em facções que lutavam entre si, parecem ter feito, no fim-de-semana passado um pequeno ‘acordo de paz'.
Segundo as autoridades locais, a onda de ataques direccionada essencialmente para as forças militares, prende-se com a insatisfação das quadrilhas em relação às Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) - centros de ocupação permanente da polícia em morros e favelas anteriormente comandados pelo tráfico e por milícias.
A presença das UPP sobretudo nas favelas da zona sul da cidade e na Barra da Tijuca expulsaram uma enorme massa de traficantes, mas levaram a muito poucas detenções.
Uma atitude que fez com que esses mesmos traficantes se fossem concentrando em outras favelas e morros do Rio de Janeiro, como é o caso do Complexo do Alemão, um bairro que agrega treze favelas e ao qual pertencem algumas das mais violentas da cidade.
Desde domingo que essas diferentes facções de traficantes se juntaram em ataques conjuntos à polícia e também à sociedade civil, o que tem provocado o caos nas ruas do Rio de Janeiro.
A Polícia Militar, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), a Marinha e várias outras forças militares têm-se juntado ao combate, numa altura em que já há registo de 26 mortos, dezenas de automóveis incendiados e quase duas centenas de detenções, segundo a imprensa local.
Vários tanques do exército invadem as ruas da ‘Cidade Maravilhosa', numa altura em que vários bairros assistem a tiroteios ininterruptos entre traficantes e autoridades.